Drogas Do Sertão (XVII)

As especiarias denominadas drogas do sertão eram: urucum, cravo, canela, pimenta, castanha, noz de pixurim, salsa, gergelim, guaraná, anil e o cacau. Esses produtos eram cobiçados pelos europeus, uma vez que não existiam em seus territórios.
Essas especiarias eram extraídas pelos índios em missões religiosas lideradas pelos jesuítas que obrigavam os índios a entrar na mata e extraí – las. Para transferir essas drogas á Portugal, os jesuítas utilizavam a foz do Rio Amazonas, onde era mais fácil contrabandeá – las, por serem conhecidas e caras. Para combater esse contrabando Castelo Branco constrói o forte do Presépio, em 1616.
A partir desse momento, Portugal afasta a Igreja do Estado e assume o controle do comércio dessas especiarias, fazendo o Amazonas prisioneiro, já que não era mais permitido que esses produtos fossem comercializados a outros.
Os índios começam a resistir à força do trabalho imposto pelos portugueses e como solução os portugueses resolvem catequisá – los a fim de se tornarem criaturas dóceis e pudessem aceitar a troca de serviço, onde os padres iriam ensiná – los o cultivo e os índios por sua vez iriam ensiná – los a maneira correta de colher esses produtos.
Ao passo que iam se tornando conhecidas, essas Drogas do Sertão eram mais cobiçadas pelos colonos estrangeiros, estes, portanto começavam a invadir o território em questão, com o objetivo de extraí – las usando os índios como mão – de obra escrava, isso contribuiu para Portugal proibir a entrada de pessoas no território sem estarem acompanhadas por missionários
.

Materia feita por:Vanessa Carvalho
EI-21

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1 Response to "Drogas Do Sertão (XVII)"

  1. Sr. Kevin says:
    21 de abril de 2010 12:04

    As drogas do sertão além de valor comercial teve uma grande importância para a interiorizar o Brasil.

    OBS: gostei da matéria porem poderia ter feito um comparação com as drogas do Brasil com as que eram comercializadas nas Índias mostrando qual eram as vantagens de uma em relação a outra ou se eram a mesmas coisas se era também comercializado as mesmo coisas.

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